terça-feira, 20 de setembro de 2016

MERGULHO NO NAUFRAGIL RUY VANDELEY NA PRAIA DE BITUPITA




Recentemente publicamos a história do naufrágio Ruy Wanderley ao largo de Bitupitá, a última vila do Ceará antes da divisa com o Piauí. Ao conhecermos sua história a curiosidade aumentou e embarcamos numa viagem de 400 km por terra e mais 4 milhas náuticas por mar até o local em que se encontra o naufrágio.
Tratava-se realmente de uma chata de de transporte de cargas em águas rasas. Possui o fundo plano (chato) e uma proa retangular e inclinada para superfície para facilitar o encalhe. O naufrágio está emborcado e mantém preservados proa e popa. Seu convés está destruído, possivelmente por ter ficado suspenso, apoiado entre proa e popa. Possuía cerca de 40m de comprimento e uns 4m de boca. Sua popa estreita possui cerca de 3m de comprimento e uma breve penetração é possível nesta seção do naufrágio onde é possível observar suas máquinas.
A vida marinha é abundante na forma de pequenos peixes, alguns crustáceos, corais e gorgônias.

Materia Mar do Ceara

HISTÓRIAS DE BITUPITÁ




                Na coluna “Histórias de Bitupitá” de hoje, vamos mostrar para nossos leitores a fascinante história do navio Ruy Wanderley que veio a pique em 1972 em frente a comunidade Das Almas, hoje a nossa querida Bitupitá, um fato muito importante da nossa história que muitas pessoas da comunidade ainda desconhecem, depois de seis longos meses de pesquisa, concluímos com relatos de mais velhos, documentos antigos e testemunhas de quem estava no local no dia do acidente, e, é com muito prazer que dividimos esse momento histórico com a galera do BA. 



O NAUFRAGO DO NAVIO RUY WANDERLEY NO MAR DE BITUPITÁ


             Em meados dos anos 70, em Bitupitá existia uma comitiva de estivadores que trabalhavam intensamente com manuseio de carga, sendo uma das principais o sal, transportados pelo o rio Timonha das salinas de Chaval para navios que ficavam fundeados no mar em frente à antiga comunidade Das Almas (Bitupitá), um trabalho rotineiro que movimentava bastante a área com barcaças, onde se relatava que o sal era transportado para quase todo o Brasil.
               No final de fevereiro de 1972 entre os dias 26 a 28, chegava à costa Bitupitaense o navio de nome Minuano para receber cargas de sal, ficando fundeado em aproximadamente 5 km da praia, em uma profundidade de 10 a 12 metros, comparados nos dias de hoje seria mais um menos entre os currais de numero 32 a 40. Fundeados em alto mar aguardava os navios Alvarenga (navios de cargas tipo rebocador) com as cargas de sal transportados das salinas da de Chaval pelo o rio timonha. Um deles era o navio Ruy Wanderley que pegava sempre a estiva de “Bitu” na barra do pontal das Almas.
                Em uma tarde comum do dia 5 de março de 1972, como mar um pouco agitado o navio Minuano começava a receber carga do navio Ruy Wanderley, a contra-bordo, a carga era içada com guindastes para os porões do navio Minuano, sempre com movimentos cauteloso devido o balança do mar, nessa movimentação das ondas, os dois navios se chocavam pelas laterais, com a pressa para terminar a carga, o mestre do Ruy não se preocupou muito com as batidas e continuou, no outro lado, ficava aguardando o navio Arcos para também realizar a manobra, foi na hora que um dos guincheiros observou ondas entrando no navio sem escoar para fora, relata o mesmo para o Blog.
               Por volta das 18hs da tarde do dia 5 de março de 1972 começou a manobra de descer as cargas, segundo o guincheiro entrevistado pelo o blog, após a descida da primeira lingada a tripulação sentiu o navio descer devido à sobrecarga, com isso começaram as pressas o trabalho para retirar as caçambas de sal de dentro e evitar o naufrago, que infelizmente não adiantou, daí um dos estivadores começou a gritar “o navio esta afundando, cortas os cabos, corta os cabos” cortaram os cabos para evitar que os dois navios fossem a pique e saltaram para o resgate, que eram as canoas que pescavam no local. Já era noite quando o navio Ruy Wanderley se despedia do seu trabalho em um trágico acidente, por volta das 19hs só se via uma pequena ponta do mastro do grande Ruy.
         O Navio Ruy Wanderley naufragou no dia 5 de março de 1972 por volta das 18hs em uma profundidade de 8 metros na maré baixa e em mais ou menos na distancia de 5 km da praia, sendo hoje possível ver em um mergulho ao lado do curral de numero 32.
              O relatório do inquérito atribuiu o acidente as fortes pancadas no Minuano e considera responsável o mestre João Fagundes de oliveira e o imediato (moço de convés) José felinto da Silva por insistirem no transbordo de cargas naquelas condições, sendo representado contra pela procuradoria por negligencia e imprudência, sendo condenados a pena de multa de pagar um salário mínimo vigente a época do acidente. Mais detalhes sobre a condenação consultando o processo no tribunal marítimo no link abaixo.
https://www.mar.mil.br/tm/download/anuario/1973/6765.pdf


Entrevistados: Joab, Antônio Veras, Raimunda Luiz (esposa de estivador)



 

segunda-feira, 15 de junho de 2015

ACUSADO DE ASSALTAR AGENCIA CAIXA AQUI EM BITUPITÁ FOI PRESO POR POLICIAIS DE CHAVAL



                     Acusado de assaltar agencia do Caixa Aqui em Bitupitá na manhã do dia 8 de junho, foi preso na manhã de quinta-feira (11) por policiais do destacamento de Chaval quando chegava em sua residencia na pequena vila de Curimãs.

                   O individuo identificado como Manoel Carvalho dos Santos, realizou o assalto no inicio do expediente da pequena agência, abordando a funcionária  com uma faca, chegando a levar R$ 500,00 reais, apurado do inicio do dia.
                   Manoel foi preso quando chegava em sua residencia, com ele, os PMs encontraram 4 pedras de Crack, indagado sobre o assalto na agência, o individuo confessou ter sido ele o autor do crime e que teria fugido em uma motocicleta, ele foi levado para a DPC de Chaval onde foi instaurado contra ele um inquérito por portaria para apurar melhor o assalto na agencia em Bitupitá. quanto a droga, foi feito contra ele um TCO com base no artigo 28 da lei 11,343/06 (consumo de entorpecentes)


Com Informações de Camocim Policia 24h

PI SUPERA RN E POSSUI O MAIOR CAJUEIRO DO MUNDO



                Uma pesquisa da Embrapa Meio Norte comprovou que o maior cajueiro do mundo está localizado no município de Cajueiro da Praia, no litoral do Piauí. De acordo com os dados, a árvore possui 8.810 m² e tem mais de 200 anos de existência. A novidade deve impulsionar em um futuro próximo, cada vez mais o turismo ecológico na cidade. Segundo o Guiness Book (Livro dos Recordes) o maior cajueiro do mundo fica localizado na cidade de Parnamirim, no Estado do Rio Grande do Norte. Porém, com esta pesquisa realizada no litoral piauiense, mudanças deverão existir e o título deverá ser repassado para o município de Cajueiro da Praia-PI. Para o historiador Danilton Nóbrega, o importante neste momento é realizar o tombamento do local.
                "O que importa agora é tombar ele a nível federal. O objetivo principal é justamente este. Ou seja, o IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) deve reconhecê-lo como um patrimônio do Piauí e esse será mais um passo importante. Posteriormente, estaremos realizando a divulgação em massa através das mídias, visando impulsionar o turismo sustentável", explicou.

                   Ainda segundo o Danilton Nóbrega, o crescimento incomum do cajueiro é explicado pela junção de duas anomalias genéticas. Os galhos da árvore cresceram para os lados, curvaram-se para baixo por causa do peso, até alcançar o solo. Ao tocar o solo, os galhos começaram a criar raízes, como se fossem troncos de uma outra árvore. "Foi realizado um estudo pela Embrapa Meio Norte, que comprova que a planta recebeu uma mutação, que acontece naturalmente quando os galhos tocam o chão e vão se ramificando. E como este cajueiro está perto da praia, ele conseguiu crescer livremente. E esse estudo também constatou que ele possui uma única raiz matriz que se ramificou", disse.
                    De acordo com informações, o "Cajueiro Rei", como foi batizado, era bem maior. Segundo relatos de moradores, a comunidade cresceu ao longo dos anos e foi suprimindo a planta. Atualmente, ele se encontra cercado entre casas e terrenos nas proximidades da beira da praia. Visando proteger a árvore, uma lei municipal foi criada e aprovada em maio de 2013.
                   Segundo o historiador Danilton Nóbrega, a grande diferença entre os dois cajueiros gigantes do Piauí e do Rio Grande do Norte é que o piauiense ainda está em pleno crescimento. Além disso, a planta de Cajueiro da Praia possui, segundo a pesquisa, 300 metros quadrados a mais do que a existente em Parnamirim-RN. "O cajueiro em si é muito importante como patrimônio, pois valoriza a identidade deste povo. Além disso, outra característica do nosso cajueiro rei é que ele ainda está em pleno crescimento. Diferentemente do que está localizado no Rio Grande do Norte, que já se encontra fechado de asfalto e já é bem menor do que o nosso. Isso tudo foi comprovado nos estudos", afirmou o historiador.
                    Atualmente o "Cajueiro Rei" se encontra em terrenos privados de famílias tradicionais do município. Uma parte se encontra cercada, mas a grande maioria se encontra aberta ao público. E visando as atividades turísticas futuras, a Prefeitura Municipal de Cajueiro da Praia já trabalha incentivando um grupo de nativos que planeja estruturar uma rota turística no município.
                    "Cerca de 90% do planejamento desta rota já está concluído. Ao todo, serão quatro horas em visitas pela praia, em um sítio arqueológico da região, pelo maior cajueiro do mundo e depois o visitante entra no barco e vai para o estuário dos rios Timonha e Ubatuba, onde terão a oportunidade de conhecer as aves migratórias e os peixes bois. Em fim, é um passeio completo para toda a família. E é isso que tem que ser incentivado. É a comunidade fazendo um roteiro turístico para ganhar dinheiro e preservando", concluiu Danilton Nóbrega.

Fonte: Meio Norte

sábado, 6 de junho de 2015

ESTUÁRIO DO RIO TIMONHA E UBATUBA



              O estuário dos Rios Timonha/Ubatuba apresenta a maior e mais conservada área de manguezal remanescente do Ceará e uma das maiores ilhas estuarinas do nordeste, a Ilha Grande. Tem sua nascente na Serra da Ibiapaba e sua Foz no Oceano Atlântico
                   Localizado na divisão litorânea dos estados do Piauí e Ceará, a 400 km de Teresina e a 500 km de Fortaleza, o estuário dos rios Timonha e Ubatuba é um dos principais berçários de peixes e crustáceos da região e reduto para espécies marinhas brasileiras em extinção ou sobrepesca, como o peixe-boi marinho, a tartaruga marinha e o mero. O estuário integra a Rota do Atlântico para aves migratória que vêm de outros continentes em busca de alimentos. O conjunto de biodiversidade abrange os municípios de Cajueiro da Praia, no Piauí, Chaval e Barroquinha, no Ceará – região que tem como principal atividade econômica a pesca e a cata de mariscos. Procurado por visitantes que desejam lugares inexplorados e o encontro com a natureza em sua essência em locais preservados, o lugar é cercado de mangues e praias de águas doces e salgadas.
                    Em determinadas épocas do ano é possível observar animais marinhos como o peixe-boi, no observatório em Cajueiro da Praia – que fica no coração do estuário. O lugar atrai ainda viajantes aventureiros que se encantam com atividades como tracking, safari pelas ilhas do estuário e passeios de barco pelo rio e pelo mar, além do mergulho em águas mornas e transparentes. O estuário fica a 8 km da praia de Barra Grande e faz parte da conhecida Rota das Emoções – roteiro que liga três estados do Nordeste brasileiro: Ceará, Piauí e Maranhão. O estuário está dentro da Área de Proteção Ambental Delta do Parnaíba e é preservado por diversas entidades governamentais e do terceiro setor, que realizam projetos de pesquisas e atividades de consumo sustentável e educação ambiental nas comunidades – entre eles o Pesca Solidária, que trabalha para que as comunidades desenvolvam sua atividade pesqueira em equilíbrio com o meio ambiente.

Formas de pesca predatória nos rios Timonha e Ubatuba

                    Uma das práticas proibidas na pesca, a “batedeira”, que consiste em lançar a “caçoeira” e depois bater na água para espantar os peixes na direção da rede, está assumindo outra forma de acontecer: às vezes os pescadores batem os remos no fundo da canoa para fazer barulho e espantar o peixe e em outras vezes, utilizam a própria rabeta (motor pequeno de popa preso à haste do leme) para bater na água e criar o mesmo efeito.
                    Essa prática é condenada por muitos pescadores e marisqueiras que argumentam que os peixes acabam se afastando, prejudicando outros pescadores, embora possa ter beneficiado aquele que se utiliza da técnica. Outras pescas predatórias (pesca com bomba ou de arrasto cobal não têm sido vistas. A pesca com bomba é extremamente danosa ao ambiente do rio, pois destrói todo o nicho ecológico ao alcance do artefato explosivo, seja a flora ou a fauna aquática que o constituem. Segundo os pescadores, esse tipo de pesca é realizado por pessoas que tem mais recursos e que não são pescadores artesanais.
              Já a pesca de arrasto cobal é uma pesca feita com rede de malha de nylon trançada, extremamente resistente, com um espaçamento muito pequeno entre os pontos de cruzamento. Ela é lançada de uma margem a outra do rio, fechando todo o curso de água e arrastada por canoas, levando todo o sedimento do fundo dos rios. Em sua malha, são capturados tanto peixes grandes como pequenos, causando um grande impacto junto aos estoques pesqueiros por dificultar a reprodução das espécies capturadas. Por outro lado, ao arrastar o sedimento do fundo dos rios, essa técnica de pesca termina por remexer todo o habitat de algas e fauna aquática que vive nesse local e que possui um papel fundamental na cadeia alimentar do estuário.

Peixes-boi marinhos no litoral
              A população de peixes-boi marinhos está aumentando no estuário dos rios Timonha e Ubatuba entre os estados do Piauí e Ceará. A preservação da espécie em extinção foi observada por biólogos em pesquisa no trecho que vai de Cajueiro da Praia (PI) e Chaval (CE). A estimativa populacional do peixe-boi é de menos de 500 no Brasil, sendo extinto nos estados do Espírito Santo, Bahia e Sergipe. O estuário dos rios Timonha e Ubatuba abriga uma população de peixes-boi marinhos ainda pouco estudada. Os peixes boi apresentam baixa taxa reprodutiva. Os machos atingem a maturidade sexual quando possuem idade de 2 a 3 anos, sendo que as fêmeas vão atingir a maturidade sexual entre 3 a 5 anos. Na maioria dos casos a gestação ocorre nas fêmeas quando estas atingem cerca de 7 anos de idade. As fêmeas podem gerar um filhote a cada 2 a 3 anos, podendo gerar crias gêmeas, porém é um caso raro.
Tartaruga marinha
               A atuação do homem no meio ambiente tem interferido diretamente na seleção das espécies por meio da extinção. Isso ocorre geralmente por conta dos habitats que são destruídos, exploração de recursos naturais e introdução de espécies exóticas fora de seus locais de origem, as quais não conseguem se habituar às diferentes condições de vida e morrem.
No caso das tartarugas marinhas, a extinção ocorre por conta da poluição das águas. Garrafas pet, plásticos e demais objetos são jogados nos mares, poluindo a água e provocando asfixia em animais marinhos. Acidentes com derramamento de petróleo também os atingem além da caça e pesca ilegais.
              No Brasil existem cerca de cinco espécies de tartarugas marinhas e quatro delas estão em processo de extinção. Isso acontece porque as espécies cabeçuda, de Pente, Oliva e de Couro desovam em locais próximos ao litoral, em que a ação do homem é maior, colocando-as em risco. Já a Tartaruga Verde não está em situação de perigo, pois sua desova acontece em locais onde a ação predatória do homem é mais controlada.
Nessas condições, são poucas as tartarugas que conseguem atingir a idade adulta, momento em que acontece o acasalamento e a desova, portanto a reprodutividade torna-se difícil.

quarta-feira, 27 de maio de 2015

MAQUINAS COMEÇAM O TRABALHO DE RECUPERAÇÃO EM TRECHO DA ORLA NA PRAIA DE BITUPITÁ


 
                 Por volta das 8hs da manhã de hoje, maquinas começam trabalhar em trechos da orla marítima de Bitupitá onde havia lama e lagoas formadas pelas as fortes chuvas na região. com trabalhos de limpeza e aterramento do local., um trabalho da Secretária de infraestrutura e a prefeitura de Barroquinha.
                Com as fortes chuvas que aconteceram em abril e inicio de maio, trechos da orla ficaram alagados e cheio de lama, causando mau cheiro e atraindo animais e muito lixo. o trabalho na recuperação vai além do aterramento e escoamento da água, está sendo feito na área uma limpeza e implantação de placas educativas proibindo jogar lixo nos trecho trabalhados correndo o risco de ser multado se denunciado e mostrando a importância de manter a praia limpa, inicio de uma educação ambiental na comunidade.
                 A terra para aterrar a lama e os poços de água, estava sendo retirada em uma área próximo ao bairro meu cantinho, moradores do local com receio de serem prejudicado na próxima ressaca do mar, se manifestaram e proibiram a retirada de areia no local, com isso, os trabalhos tiveram que ser paralisado, realizado o aterramento apenas em pequenas partes. segundo o secretário Lisboa Rocha, amanhã 28, eles voltaram a trabalhar na orla, e buscaram os lugares mais afastado da praia para poder tirar a areia e aterra os lugares afetados. mais informações sobre o caso, daremos no decorrer dos trabalhos.
 

domingo, 24 de maio de 2015

SELECIONADA AS 10 MELHORES FOTOS DO POR DO SOL DE BITU ENVIADAS PARA O BA


Selecionada as 10 melhores fotos do por do sol de Bitupitá enviadas pra gente no concurso que lançamos há três dias atrás, onde daremos ao dono da melhor imagem, dois ingressos para a festa do dia 30 e um litro de Whisky. recebemos mais de 370 fotos, com o trabalho dificil de selecionar as 10 finalistas. veja as fotos na integra em nossa pagina do Facebook.

segue abaixo as 10 melhores imagens selecionadas:




sábado, 23 de maio de 2015

OBRAS DO ASFALTO DE BITUPITÁ FORAM RETOMADAS NESSA SEXTA-FEIRA



                 Após  três meses de paralisação devido as fortes chuvas na região, obras do asfalto de Bitupitá foram retomadas na manhã dessa sexta-feira (22), no trecho entre a comunidade de Venâncio e Bitupitá com trabalhos de terraplanagem.
                   As obras do tão sonhado asfalto de "Bitu" iniciaram no inicio de agosto do ano passado com um prazo de 365 dias para conclusão, até aqui a obra já teve mais de três paralisação por diversos motivos como, falta de verbas e chuvas, como foi o caso da ultima que ocorreu no final do fevereiro até ontem 22 de maio.
                 Com obras dentro do prazo, a estimativa é que a mesma seja inaugurada antes de julho, com 90% da obra já concluída, faltando apenas os trechos Venâncio/Bitupitá e o trecho onde ligará com a CE entre Barroquinha e Chaval. e todos com otimismo e torcendo para que seja finalizada o mais rápido possível.



quinta-feira, 21 de maio de 2015

CONCURSO DE MELHOR FOTO DO POR DO SOL EM BITUPITA




O BA está lançando o concurso da melhor foto do por do sol de Bitupitá, com o intuito de interação com nossos seguidores. Os interessados deverão nos enviar a foto autoral e tirada nesse mês de maio pelo a nossa página no Facebook via bate-papo. 
O concurso será simples e rápida,  valendo de hoje 22 até o dia 27 de maio, o dono da foto vencedora ganhará dois ingressos para a tradicional festa de maio dia 30 e mais um litro de whisk,  se for maior que 18 anos. 
O concurso acontecerá da seguinte forma; das fotos que vamos receber no bate papo,  vamos selecionar as 10 melhores que irão para o voto popular aqui na págin,  onde a imagem que receber mais votos será a grande vencedora do concurso. 
Pronto para particparticipar e caprichar na foto e enviar para o BA?  Então manda ve,  contamos com sua participação,  solte o grande Fotógrafo (a) que existe dentro de você. 
OBS: se o ganhador da foto for menor de idade, o mesmo não receberá a bebida.